Ouviram falar no Ka Parade, um evento aqui da província? Pois então, resolvi participar com o intuito de ver qual era o barato de projetar em cima de um carro e porque a a concessionária fica muito perto aqui de casa, então não custava ali levar, né?
Atenção, muita atenção: esse não é um pedido pra que vão lá no site e votem em mim. Não vão conseguir. Por quê? Sou hors concours. Em bom francês, quer dizer: não foi selecionado. Très elegant, n’est-ce pas?
Imbuido do mais nobre espírito esportivo e indo além da proposta do concurso, proponho um reflexão sobre o meu “Ka parado” (todos estão, mas vamos colocar um combustível a mais nessa idéia).
Começando pelo nome. Em geral, nomes de trabalho me ocorrem em fração de segundos, e depois vão se assentando. Ficão ou se vão. O que ficou é Pergunte ao Rádio.
Mas, e o que é que ele diria?
O meu mote era esse: lá está uma radiola das antigas cercada por uma penca de cabos de fibra ótica. Eles vieram perguntar ao rádio. A internet, mídia nova e inicialmente estruturada por uma intrincada rede de cabos, querendo aproveitar o know-how da mais antiga das tecnologias wireless (ó o superlativo aí gente!) , o rádio.
Nessa mesma linha de questionamento, o recente número do Vlog Número Primo coloca em questão a morte das mídias sociais (mas elas ainda nem nasceram!) e fala sobre a intersecção entre os meios de comunicação ao longo da história.
Lá talvez encontrem alguma pista sobre o que ele diria.
