Sobre

FAQ (questões frequentes) sobre Thiago Esser, autor do blog que vos fala. (Não que eu tenha que responder a essas questões tão frequentemente…).

Se o sonho da sua vida é me contratar, não perca tempo: vá direto ao guichê de Portfólio (em inglês) ou solte o grito por aqui.

1. O que você faz pra viver, do que você se alimenta?

Eu atuo como Designer Gráfico / Designer de Interação na maior parte do tempo. Atualmente, na área de produtos digitais do Grupo RBS (ver alguns trabalhos). Eventualmente, faço freelas.

2. Ok. Mais algumas coisa?

Sim. Eu pinto e faço ilustrações e cartuns. Às vezes eu ganho para isso, mas não dá pra pagar as lagostas e o champagne.

3. E você aprendeu tudo isso sozinho?

No curso de Publicidade e Propaganda (PUCRS / 2001-2007) aprendi a parte que diz respeito à Comunicação, e no de Artes Plásticas  (UFRGS / 2004-2009), aprendi a pintar, desenhar e meter a mão na massa. O resto veio na lida diária de designer.

O que aprendi (e ainda aprendo) por conta própria é a juntar os pontos, criar uma identidade profissional a partir da minha formação e prática.

4. Me diga uma coisa: o que você traz aí nessa caixa de ferramentas?

Mmm, deixa eu te mostrar. Eu trabalho quase todos dias com a Suíte da Adobe  (tratamento de imagens, layouts, protótipos, HTML, CSS, ilustrações). Também tenho uma ótima experiência com CMS`s (Content Management System) livres e de código aberto — WordPress, principalmente.

Quando falta luz, eu tenho o desenho à mão livre — em qualquer superfície riscável — e a pintura.

5. Thiago, ich spreche nicht Portugiesisch… Como podemos fazer pra se comunicar?

Ich spreche kein Deutsch. Mas, além do Português (língua materna), eu me comunico bem em Inglês e Francês (nível avançado). Morei na França durante uns meses, o que me ajudou a dar uma alavancada nesse sentido. De lambuja, eu arranho um Espanhol, mais que o suficiente pra não morrer de sede no meio do deserto.

6. E malabarismo… rola ou não rola?

Nunca tentei. Mas outro dia estava lendo um texto que – pelo que entendi – dizia que podemos aprender tudo que tivermos vontade, se nos dedicarmos a tal tarefa. Pra isso é preciso “ver os erros como um precursor essencial do conhecimento, o motor da educação”, pra citar um trechinho.

Estou apredendo a tocar bateria e a jogar pólo aquático. São duas atividades que exigem constantemente que eu me depare com erros e limitações.

7. E…

Tudo que eu aprendi de importante até hoje, foi assim.

8. Clap! Clap! Clap! Palmas pra ele!

Obrigado. (Thiago deixou a sala.)

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