Dois bravos abrem exposição na segunda, a não perder!

Dois bravíssimos colegas abrem exposições nesta segunda-feira. Um deles, Eugênio Neves, mostra seus esboços de bonecos num local de resistência cultural de Porto Alegre, a Cia de Arte.

Abertura: 23/04/2012 (segunda), às 20h
Local: Cia de Arte | Rua dos Andradas, 1780 – Centro – Porto Alegre / RS
Período de Exposição: de 23/04 a 06/05

[Update 26/04/2012: Foto]

Eugênio, Vasques e yo.

*******

Leandro Machado mostra suas coisas num restaura très elegant, o Hashi.

Vai lá pra ver o outro lado!

Abertura: 23/04/2012 (segunda), às 19h30
Local: Hashi | Rua Desembargador Augusto Loureiro Lima, 151 – Petrópolis – Porto Alegre / RS

[Update 26/04/2012: Fotos do Leandro]

As recompensas e a felicidade

Citar

The results of the study suggested when you get rewarded based on how well you perform a task, as long as those reasons are made perfectly clear, rewards will generate that electric exuberance of intrinsic validation, and the higher the reward, the better the feeling and the more likely you will try harder in the future. On the other hand, if you are getting rewarded just for being a warm body, no matter how well you do your job, no matter what you achieve, the electric feeling is absent. In those conditions greater rewards don’t lead to more output, don’t encourage you to strive for greatness. Overall, the study suggested rewards don’t have motivational power unless they make you feel competent. Money alone doesn’t do that. With money, when you explain to yourself why you worked so hard, all you can come up with is, “to get paid.” You come to believe you are being coerced, paid off, bought out. In the absence of what the scientists called “competency feedback” there is no story to tell yourself that paints you as a badass. Quotas and overtime and hourly pay don’t offer such indications of competency. Bonuses based on a reaching a specific number of completions or reaching a quantified goal make you feel like a machine.

The Overjustification Effect, em You Are Not So Smart. Destaque meu.

Design Gráfico: Multiplayer

Tá no ar esse blog pra quem gosta de games.

Ilustração

P.S.: Entenderam a “piada”? Eu explico: o guri começa lá nos anos 80 com o Atari e vai até o Kinect. A minha colega aqui do lado acaba de me perguntar por que na parte esquerda do cabeçalho o fundo é quadriculado e na direita, não. Tá bom… eu explico a genialidade da idéia: é uma transição da era dos videogames 8-bits para a época atual, em que os gráficos têm uma gama de cores mais rica.

HTML5 & CSS3: aqui e agora

Motivados pelo Lincolm Aguiar (Arquiteto de Sistemas), eu e a Cris Stürm (Desenvolvedora Web) falamos essa semana sobre HTML5 e CSS3 para os colegas do Grupo RBS. A palestra — na realidade são grandes conversas de meia hora sobre assuntos que estão “quentes”, que chamamos de Hotspot — teve a intenção de equalizar os conhecimentos e expectativas em relação a essas novas especificações.

Achamos que ainda restavam alguns mitos a serem desfeitos. “– São formas totalmente inéditas de construir sites e aplicações web? Já podemos usá-los agora, ou teremos que aguardar mais um pouco?”. Espero termos respondido ou ao menos instigado-os a saber mais.

O motivo pelo qual apresentamos juntos (desenvolvedora + designer), foi o fato de que o HTM5 e o CSS3 influenciam diretamente nas escolhas do UX Designer, agregando melhorias à experiência do usuário. E também porque cada vez mais as duas funções andam (ou devem andar) juntas.

Série Aronofsky: Pi

Mais um desafio proposto e publicado pelo povo do interrogAção, o de desenhar um cartaz alternativo para as películas do diretor Darren Aronofsky. Dessa vez foi para o filme Pi, um filme deveras nervoso e angustiante. Da outra vez foi para o Cisne Negro, e a partir daí vocês imaginam o que virá (Réquiem, Lutador…).

Antes de ver o filme por completo, eu fiz um ensaiozinho que deu nesse cartaz aqui embaixo, que foi rechaçado veementemente pelos meus compatriotas por não ter nada a ver com filme. De qualquer forma, eu vou explicar o “conceito”, coisa que se tivesse que fazer lá no post deles, ia ser como dar explica pro padeiro: ele é colorido justamente pra contrastar com o tom cinza e lúgubre do filme, fazendo-lhe contraponto e enganando a torcida; a letra pi (π) compõe a paisagem, estando de acordo com proposição do filme, onde o personagem busca um padrão matemático nas coisas existentes no mundo; ele existe, afirma o meu desenho, está debaixo do nosso nariz, mas a gente até hoje não foi capaz de mapear ou decodificá-lo totalmente, assim como com a existência de Deus; por fim, o sol nascente é o sol do “my mother told me not to stare at the sun”; tá bom? Beijos.

Aqui, pra acabar com a conversa, mostro uma galeria de cartazes alternativos bem melhores que o meu e que o oficial do filme (cês não acham?). Outro beijo.

Biblioteca da PUCRS: Good o Bad UX?

Como ex-aluno da PUCRS, frequentei bastante a bliblioteca entre os anos de 2001 e 2007. Agora, trabalhando no Tecnopuc, voltei ao lugar depois de uma obra que o transformou num mega prédio de 15 andares. A expectativa, portanto, era grande.

Do meu ponto de vista, algumas coisas melhoraram e várias deixaram a desejar, uma misto de pontos positivos e negativos que eu exponho aqui. Me pergunto, em termos de UX (User Experience), como dá pra avaliar a nova biblioteca.

Espaços de leitura e estudo

Melhoraram consideravelmente. Sobretudo os mais abertos, com cadeiras e sofás bem apropriados pra uma leitura mais relaxada e estudos em grupo. Mesmo a biblioteca sendo um lugar silencioso por is só, talvez façam falta alguns lugares de leitura e conversa mais privada, como opção.

Foto: Biblioteca Central da PUCRS

Arquitetura

Na entrada, senti falta de algo mais convidativo. Em termos de fluxo e logística de pessoas, o novo saguão melhorou. Porém, como lugar de livros e acervo multimídia, senti falta de alguma coisa que evocasse o gosto ou a paixão pelos mesmos. O saguão tem um aspecto de máquinário hightech, num cinza metálico não amigável.

Quando aparecem, só no segundo andar, os livros ficam como que escondidos atrás de tapumes que repetem um padrão à Mondrian, que, repetido ao longo de tantas prateleiras, fica cansativo.

As rampas fizeram da biblioteca um lugar mais acessível, com certeza. A luz natural, a possibilidade de olhar pra rua ou para outros níveis dá uma sensação de liberdade e fluidez. Com uma exceção: o fluxo para andares superiores aos segundo e terceiro, que só pode ser feito por elevador, não fica claro por ausência de sinalização. Cheguei ao andar dos livros inconográficos (lá pelo 6º) por mero acaso, subindo de andar em andar para ver o que encontrava.

Acervo

Pelo vulto da obra de renovação, esperava que o acervo também ganhasse um incremento. Os livros que mais me interessam, aqueles com imagens fartas sobre Artes e Design, continuam exatamente os mesmos (conheco-os bem da época de estudante). Isso foi um motivo de decepção, pra mim.

E então… boa ou má experiência?

A experiência de ir a uma biblioteca, dentro de uma universidade, poderia ser mais rica e memorável. Um lugar onde as pessoas querem estar, e não simplemesmente um lugar onde tem que estar pra tirar livros. Nesse sentido, a bliblioteca deixa a desejar.

Eu ainda vou mais vezes pra ver se isso é só uma impressão.