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Design para a Experiência do Usuário: alguém está fazendo isso por você #livro #grátis

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livro_thiago_esserThe book is on the table(t)! Há uns vinte dias lancei esse livro sobre Experiência do Usuário (ou User Experience, UX), a partir da minha vivência profissional.

Você pode baixá-lo aqui: www.uxnivers.com/livro

Um livrinho para quem quer ser protagonista no processo de Design.

Uma conversa sobre a vivência de quem trabalha (ou quer trabalhar) com o conceito de Experiência do Usuário dentro das empresas.

Leia o capítulo 2 para ter um gostinho do que é o livro.

***

Uns dias antes, anunciei sobre a publicação do livro no meu Instagram e Facebook, com bons retornos :)

Design para a Experiência do Usuário: alguém está fazendo isso por você.
Autor: Thiago Esser
Primeira versão lançada em 14/04/2014.
Baixe grátis em www.uxnivers.com/livro

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“UX para Startups”, minha palestra de agora de manhã no TDC 2014

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Essa foi a palestra que apresentei nessa manhã de sexta (17/out) no TDC 2014 Porto Alegre, dentro da Trilha Startups.

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Imagem com link para o Prezi.

Downloads

Baixe o arquivo aqui na versão em PDF ou a imagem em alta definição. Se quiser usá-la numa palestra sua, me dê um toque por email :)

Referências

Textos que me ajudaram a bolar a palestra:

Comentários ou dúvidas sobre a minha apresentação? São bem vindos aqui embaixo.

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Startup Weekend e TDC2014 Porto Alegre, tudo ao mesmo tempo :)

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Vou estar em dois eventos nesse final de semana aqui em Porto Alegre, saca só a agenda!

Startup Weekend Porto Alegre (17-19/out)

Participo desse evento como mentor junto com uma penca de gente. As inscrições já encerraram faz horas, então suponho que encontrarei um monte de startupeiros com sangue no olho pra compartilhar idéias. Se você não garantiu o bilhete, acompanha a hashtag #swpoa no twitter.

The Developers Conference 2014 – Porto Alegre (16-18/out)

Já no #TDC2014 vou participar com duas palestras:

  • Trilha Startups (sexta, 10h):

    UX Design para Startups
    Numa startup, o CLIENTE não tem sempre a razão… ele É A RAZÃO de ela existir. Mostrarei como o processo de design pode ajudar essas empresas a trilharem um caminho que vai ao encontro das pessoas (clientes, usuários, consumidores).

  • Workshop Design Thinking (sábado dia inteiro, participo pela manhã):

    Pensamento Visual: o óbvio compartilhado
    O que é obvio para mim, nem sempre é obvio para você. Para quem não quer correr o risco de ser mal (ou sequer) compreendido, vamos falar de ferramentas que transformam seu pensamento em algo palpável, compartilhável e discutível.

As inscrições ainda estão abertas, te liga.

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5 coisas que a paternidade me ensinou até aqui

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Sim, a paternidade. Eu poderia dizer a minha filha, que está com um ano e meio. Mas não foi “só” ela… foi ela, a minha mulher, eu e toda essa situação que mexe muito com a gente. Aí vão 5 sentimentos/pensamentos que me ocorreram nesse período, não necessariamente por ordem de importância.

1. Ter rotina é bom!

Pelo menos pra algumas coisas, eu julgo que é essencial. A gente tem medo de que nossa vida caia na mesmice, então quando alguém fala “rotina”, atravessa a rua correndo. Pense bem, quem não tem filho: trocar a fralda do rebento, dar banho, dar comida, botar pra dormir… tem muita coisa na lida dos pais que é pura repetição, e não nos ocorre de reinventar a roda toda vez. Porque no meio disso tudo, tem um monte de surpresas. E querem saber? Até a rotina de cuidar da cria pode dar um puta barato.

2. Como nossos pais

Manja a música, né? Já me peguei com esse sentimento, “bah, como é legal sair com a família de férias, viajar pruma praia, exatamente como fazia com meus pais quando era criança”. Não sei se é só nas férias, mas acho que tem uma vontade aí de querer conservar as coisas boas da nossa infância e da vida em família.

3. Filho se cria desde a barriga

Outro dia conversava com um amigo sobre ser pai e fazer as coisas que antigamente o homem não fazia. Ops, quer dizer, alguns ainda não fazem. Trocar fralda, por exemplo. Ele me disse que trocou algumas fraldas no início, mas que agora quem fazia era a mulher. Aí me dei conta que “bah (2), trocar fralda é uma oportunidade de estar junto!”. E fui mais adiante, “a gente começa a criar uma filha desde que ela está na barriga, dando apoio pra mãe ou falando com a criança em formação”. Então, é perda de tempo pensar que tu só vai te ligar a ela realmente quando estiver falando, grandinha, já entendendo as coisas (já é, mermão! ela já entende tudo — o que importa).

4. Se não fez quando era solteiro, sem filho, faz agora — ou talvez nunca mais

Sabe aquela viagem, aquele vontade de mudar o rumo da vida, mudar de carreira, mudar de cidade? (Essa é parte é meio auto-ajuda. Ah… mas as outras também :P) Quando a gente tem filho, parece que dá mais coragem, no lugar de medo. Não sei se é todo mundo, mas parece que ocorre o seguinte, a gente imagina “o que a minha filha vai pensar, no futuro, se não levar isso adiante?”. Além disso, não botei um ser no mundo pra servir de desculpa pras coisas que não farei, é muito peso pra ele carregar. Então vai lá, faz e leva o bacuri junto.

5. Valendo! A vida já começou

É uma sensação de “agora não tem mais ensaio”. Ensaio é de quando a gente é adolescente e está na casa dos pais, eu suponho. “Quando eu tiver a minha casa, vou fazer desse jeito”. Pós-bacuri as coisas passam a ser menos transitórias, mais definitivas. Escrevi isso há alguns meses: “Pensando bem, nunca teve ensaio. Sempre foi um ensaio aberto, no palco.” Cá estamos, vamos em frente, mesmo errando as falas, a deixa etc.

(Foto: pasukaru76)
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Curso “User Experience (UX) Design”, na Feevale

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O quê? Inscrições abertas para o curso User “Experience (UX) Design”, com Thiago Esser
Quando? Dia 11/out/2014 (sábado), das 08h30min às 17h30min
Onde? 
Universidade Feevale, em Novo Hamburgo – RS. Prédio Bicolor – Sala 406 – Câmpus II (localização)

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Mais infos:

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Oficina de Prototipação de Software, na uMov.me

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Nessa oficina/workshop, apresento algumas ferramentas para desenhar telas e fazer protótipos navegáveis. O papo rolou dia 17/set/2014 na uMov.me.

Por que assistir?

  • Essa técnica permite visualizar melhor demandas de clientes – fazer um bate-e-volta com eles sem gastar muito verbo (nem verba :-);
  • Facilita a comunicação na hora de passar as demanda para desenvolvimento;
  • Além de dar margem para oportunidades não imaginadas inicialmente.

Vídeo

Slides

Desdobramentos

Durante a oficina, enquanto falávamos que praticamente qualquer ferramenta serve pra prototipar, o meu colega Ivair (Atendimento) mostrou essa brilhante idéia: prototipar um móvel usando Excel! Com a possibilidade que o programa dá de usar medidas para o tamanho das células, ele conseguiu chegar a um desenho de proporções iguais ao móvel que veio a ser produzido depois.

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(Post originalmente publicado no blog uMov.me Labs)

 

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Customer Journey Map, uma dinâmica para design de serviços

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Nesse vídeo, O Daniel Wildt explica como funciona essa dinâmica de mapeamento da jornada do cliente/consumidor/usuário, o Customer Journey Map. Participei ativamente — como UXer — da elaboração do mapa, e da facilitação com as diversas áreas da uMov.me para construi-lo.

Mais

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O que é Design? Uma tentativa de definição abrangente

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A partir do interesse em definir o que faço, e de dar um sentido pra isso, cheguei a esse definição de Design, que é um resultado de tudo que já li e observei sobre o assunto.

Design é fazer uma escolha consciente — dentro do espaço e do tempo — para atingir um objetivo.

Gostaria que ela fosse o mais ampla possível, e não se restringisse a um ou outra modalidade (Design Gráfico, Design de Interação, Design para a UX…). Deixa eu mostrar o que quis dizer com cada uma das partes:

…fazer uma escolha…

Sim, por supuesto. Escolher um caminho, uma forma, um fluxo, uma cor, uma palavra ao invés de outra. Eliminar opções. Eleger uma delas (ou mais de uma).

…consciente…

O “consciente” diz respeito ao fato de que essa escolha não é feita ao acaso. Não se decide no par ou ímpar. Por mais que seja design não-intencional (ver vídeo explicando o que é), aquele que, mesmo desconhecendo a realidade do mundo, parte de boas práticas e de uma idéia que parece minimamente razoável.

…dentro do espaço e do tempo…

O Design como algo contextual. Essas escolhas conscientes estão situadas numa determinada cultura e época, e não fogem a essas limitações. Pergunta: algumas coisas conseguem ultrapassar essa barreira? A título de exemplo, ver essa cafeteira.

…para atingir um objetivo.

Qual o resultado que se espera com essas escolhas conscientes e delimitadas no espaço-tempo? Um determinado comportamento, uma reação? Cabe dizer que essas escolhas não são gratuitas nem desinteressadas.

Design é… (de volta ao início)

Bom, a essas alturas alguém poderia dizer: “Qualquer um pode fazer isso, ‘uma escolha consciente etc etc…’! Ah, e no lugar de Design, eu poderia incluir Engenharia, Culinária ou praticamente qualquer ofício”. De fato. Há inclusive quem diga que a habilidade de fazer design não é algo exclusivo de designers, mas seria algo comum aos homens. Eu avisei, a definição era pra ser abrangente, não excludente :-)

[Update 02/09/2014]: Numa conversa no FB, um amigo que estuda o design + educação comentou sobre a dificuldade de se definir a atividade, se é que podemos chamá-lo assim:

Eu tinha pensado em começar minha dissertação falando sobre as (in)definições do Design, mas logo vi que era um mato sem saída, pois qualquer definição depende, nas palavras de Alain Findeli (conceituado professor da área, em artigo de 1990) “se o design é considerado como uma ideia, um conhecimento, um projeto, um processo, um produto ou, até mesmo, um modo de ser.”. As transformações pelo qual o campo do design passou, com suas novas ênfases; as distorções que ocorrem com o próprio termo (projeto, desenho, desenho industrial, design de sobrancelhas, design thinking); e outros tantos fatores fazem com que a tarefa de propor uma definição para o design possa ser contestada de mil formas. Depende do olhar.

[Update 15/09/2014]: Gostei bastante dessa definição nesse post sobre o métier de designer gráfico:

(…) graphic design is about creating things with stories, for people to use.

(Foto: desescribir)
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Livro: “Eichmann em Jerusalém – Um relato sobre a banalidade do mal”

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Eichmann em Jerusalém, de Hannah Arendt, é um livro de história e filosofia escrito a partir de um período dramático da humanidade, o holocausto judeu. A “banalidade do mal” a que se refere a autora é a capacidade (ou a falta de capacidade) de se responsabilizar pelos próprios atos, sobretudo os mais violentos — como colaborar no extermínio de milhões de pessoas. Adolf Eichmann, o réu, responsável por parte do transporte alemão durante a segunda guerra, alegou que “só estava cumprindo ordens”, ao mandar judeus para o campo de concentração.

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Trechos do livro

Na época, os alemães usavem uma linguagem velada para se referir ao extermínio.

(…) toda correspondência referente ao assunto ficava sujeita a rígidas “regras de linguagem” (…) Os codinomes prescritos para o assassinato eram “solução final”, “evacuação” e “tratamento especial” (…) Além disso, o próprio termo “regra de linguagem” era um codinome; significava o que em linguagem comum seria chamado de mentira.
– (págs. 100 e 101, destaques meus)

Sobre a banalidade do mal.

O problema com Eichmann era exatamente que muitos eram como ele, e muitos não eram nem pervertidos, nem sádicos, mas eram e ainda são terrível e assustadoramente normais.
– (pág. 299, destaque meu)

Sobre a esquiva de uma pessoa à responsabilidade sobre seus atos.

Suponhamos, hipoteticamente, que foi simplesmente a má sorte que fez de você um instrumento da organização do assassinato em massa; mesmo assim resta o fato de você ter executado, e portanto apoiado ativamente, uma política de assassinato em massa. Pois política não é um jardim-de-infância; em política, obediência e apoio são a mesma coisa.
– (pág. 301, destaque meu)

A autora ainda ressalta o fato de que o réu, Eichmann, não era um vilão clássico.

A não ser por sua extraordinária aplicação em obter progressos pessoais, ele não tinha nenhuma motivação. E essa aplicação em si não era de forma alguma criminosa; ele certamente nunca teria matado seu superior para ficar com seu posto. Para falarmos em termos coloquiais, ele simplesmente nunca percebeu o que estava fazendo.
– (pág. 310)

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Como economizar uns bons vinténs no próximo 1 ano?

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Como?

 Revendo suas contas.

A partir de uma taxa abusiva cobrada pelo meu banco (o “abusiva” é por minha conta, mas vocês concordariam, vão por mim), resolvi ver se trocava o serviço, ou se renegociava a mensalidade.

Descobri que, pela forma como uso o cartão de crédito, débito em conta e movimentações regulares, eu não precisa pagar NENHUMA TAXA PRO BANCO. Era só eu requisitar isso na agência, eles tinham um plano “taxa zero”.

A partir daí, me empolguei e resolvi ligar pros caras da TV A CABO. Minha meta inicial era aumentar os canais. Uma meta singela, pra eu só me sentir melhor com o que estava pagando. Na negociação, uma vez que a conversa não estava evoluindo, o carinha sugeriu com toda a elegância: “diz que vai cancelar, que a gente faz um desconto”. Eu, consumidor naïf, meio constrangido, aceitei a sugestão. Resultado: mais canais de filmes com um bom desconto pelo período de 1 ano (“depois é só ligar e pedir o desconto de novo”).

Não contente, agora foi a vez da TELEFONIA CELULAR. Essa foi peleia braba. Mas acabei encontrando um ponto pra barganhar: descobri que precisava de menos minutos pra falar, e um pacote de dados maior — a partir da estatística de uso que eles próprios me passaram. Depois disso, foi só entrar no modo “cancelar” e fazer a proposta. Mensalidade menor, menos minutos pra falar e muito mais MBs pra navegar. Aceita!

No fim dessa brincadeira, eu DIMINUI MEUS GASTOS (contas fixas!) no próximo ano em nada menos que R$ 1.500,00, sem cortar nenhum serviço, e inclusive incrementando alguns deles.

E daqui a um ano — ou 6 meses — eu volto. Essa é a lição que aprendi.

(Foto: Thiago Souza)