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Design para a Experiência do Usuário: alguém está fazendo isso por você #livro #grátis

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livro_thiago_esserThe book is on the table(t)! Há uns vinte dias lancei esse livro sobre Experiência do Usuário (ou User Experience, UX), a partir da minha vivência profissional.

Você pode baixá-lo aqui: www.uxnivers.com/livro

Um livrinho para quem quer ser protagonista no processo de Design.

Uma conversa sobre a vivência de quem trabalha (ou quer trabalhar) com o conceito de Experiência do Usuário dentro das empresas.

Leia o capítulo 2 para ter um gostinho do que é o livro.

***

Uns dias antes, anunciei sobre a publicação do livro no meu Instagram e Facebook, com bons retornos :)

Design para a Experiência do Usuário: alguém está fazendo isso por você.
Autor: Thiago Esser
Primeira versão lançada em 14/04/2014.
Baixe grátis em www.uxnivers.com/livro

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Curso “User Experience (UX) Design”, na Feevale

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O quê? Inscrições abertas para o curso User “Experience (UX) Design”, com Thiago Esser
Quando? Dia 11/out/2014 (sábado), das 08h30min às 17h30min
Onde? 
Universidade Feevale, em Novo Hamburgo – RS. Prédio Bicolor – Sala 406 – Câmpus II (localização)

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Mais infos:

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Oficina de Prototipação de Software, na uMov.me

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Nessa oficina/workshop, apresento algumas ferramentas para desenhar telas e fazer protótipos navegáveis. O papo rolou dia 17/set/2014 na uMov.me.

Por que assistir?

  • Essa técnica permite visualizar melhor demandas de clientes – fazer um bate-e-volta com eles sem gastar muito verbo (nem verba :-);
  • Facilita a comunicação na hora de passar as demanda para desenvolvimento;
  • Além de dar margem para oportunidades não imaginadas inicialmente.

Vídeo

Slides

Desdobramentos

Durante a oficina, enquanto falávamos que praticamente qualquer ferramenta serve pra prototipar, o meu colega Ivair (Atendimento) mostrou essa brilhante idéia: prototipar um móvel usando Excel! Com a possibilidade que o programa dá de usar medidas para o tamanho das células, ele conseguiu chegar a um desenho de proporções iguais ao móvel que veio a ser produzido depois.

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(Post originalmente publicado no blog uMov.me Labs)

 

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Customer Journey Map, uma dinâmica para design de serviços

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Nesse vídeo, O Daniel Wildt explica como funciona essa dinâmica de mapeamento da jornada do cliente/consumidor/usuário, o Customer Journey Map. Participei ativamente — como UXer — da elaboração do mapa, e da facilitação com as diversas áreas da uMov.me para construi-lo.

Mais

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O que é Design? Uma tentativa de definição abrangente

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A partir do interesse em definir o que faço, e de dar um sentido pra isso, cheguei a esse definição de Design, que é um resultado de tudo que já li e observei sobre o assunto.

Design é fazer uma escolha consciente — dentro do espaço e do tempo — para atingir um objetivo.

Gostaria que ela fosse o mais ampla possível, e não se restringisse a um ou outra modalidade (Design Gráfico, Design de Interação, Design para a UX…). Deixa eu mostrar o que quis dizer com cada uma das partes:

…fazer uma escolha…

Sim, por supuesto. Escolher um caminho, uma forma, um fluxo, uma cor, uma palavra ao invés de outra. Eliminar opções. Eleger uma delas (ou mais de uma).

…consciente…

O “consciente” diz respeito ao fato de que essa escolha não é feita ao acaso. Não se decide no par ou ímpar. Por mais que seja design não-intencional (ver vídeo explicando o que é), aquele que, mesmo desconhecendo a realidade do mundo, parte de boas práticas e de uma idéia que parece minimamente razoável.

…dentro do espaço e do tempo…

O Design como algo contextual. Essas escolhas conscientes estão situadas numa determinada cultura e época, e não fogem a essas limitações. Pergunta: algumas coisas conseguem ultrapassar essa barreira? A título de exemplo, ver essa cafeteira.

…para atingir um objetivo.

Qual o resultado que se espera com essas escolhas conscientes e delimitadas no espaço-tempo? Um determinado comportamento, uma reação? Cabe dizer que essas escolhas não são gratuitas nem desinteressadas.

Design é… (de volta ao início)

Bom, a essas alturas alguém poderia dizer: “Qualquer um pode fazer isso, ‘uma escolha consciente etc etc…’! Ah, e no lugar de Design, eu poderia incluir Engenharia, Culinária ou praticamente qualquer ofício”. De fato. Há inclusive quem diga que a habilidade de fazer design não é algo exclusivo de designers, mas seria algo comum aos homens. Eu avisei, a definição era pra ser abrangente, não excludente :-)

[Update 02/09/2014]: Numa conversa no FB, um amigo que estuda o design + educação comentou sobre a dificuldade de se definir a atividade, se é que podemos chamá-lo assim:

Eu tinha pensado em começar minha dissertação falando sobre as (in)definições do Design, mas logo vi que era um mato sem saída, pois qualquer definição depende, nas palavras de Alain Findeli (conceituado professor da área, em artigo de 1990) “se o design é considerado como uma ideia, um conhecimento, um projeto, um processo, um produto ou, até mesmo, um modo de ser.”. As transformações pelo qual o campo do design passou, com suas novas ênfases; as distorções que ocorrem com o próprio termo (projeto, desenho, desenho industrial, design de sobrancelhas, design thinking); e outros tantos fatores fazem com que a tarefa de propor uma definição para o design possa ser contestada de mil formas. Depende do olhar.

[Update 15/09/2014]: Gostei bastante dessa definição nesse post sobre o métier de designer gráfico:

(…) graphic design is about creating things with stories, for people to use.

(Foto: desescribir)
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Livro: “Eichmann em Jerusalém – Um relato sobre a banalidade do mal”

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Eichmann em Jerusalém, de Hannah Arendt, é um livro de história e filosofia escrito a partir de um período dramático da humanidade, o holocausto judeu. A “banalidade do mal” a que se refere a autora é a capacidade (ou a falta de capacidade) de se responsabilizar pelos próprios atos, sobretudo os mais violentos — como colaborar no extermínio de milhões de pessoas. Adolf Eichmann, o réu, responsável por parte do transporte alemão durante a segunda guerra, alegou que “só estava cumprindo ordens”, ao mandar judeus para o campo de concentração.

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Trechos do livro

Na época, os alemães usavem uma linguagem velada para se referir ao extermínio.

(…) toda correspondência referente ao assunto ficava sujeita a rígidas “regras de linguagem” (…) Os codinomes prescritos para o assassinato eram “solução final”, “evacuação” e “tratamento especial” (…) Além disso, o próprio termo “regra de linguagem” era um codinome; significava o que em linguagem comum seria chamado de mentira.
– (págs. 100 e 101, destaques meus)

Sobre a banalidade do mal.

O problema com Eichmann era exatamente que muitos eram como ele, e muitos não eram nem pervertidos, nem sádicos, mas eram e ainda são terrível e assustadoramente normais.
– (pág. 299, destaque meu)

Sobre a esquiva de uma pessoa à responsabilidade sobre seus atos.

Suponhamos, hipoteticamente, que foi simplesmente a má sorte que fez de você um instrumento da organização do assassinato em massa; mesmo assim resta o fato de você ter executado, e portanto apoiado ativamente, uma política de assassinato em massa. Pois política não é um jardim-de-infância; em política, obediência e apoio são a mesma coisa.
– (pág. 301, destaque meu)

A autora ainda ressalta o fato de que o réu, Eichmann, não era um vilão clássico.

A não ser por sua extraordinária aplicação em obter progressos pessoais, ele não tinha nenhuma motivação. E essa aplicação em si não era de forma alguma criminosa; ele certamente nunca teria matado seu superior para ficar com seu posto. Para falarmos em termos coloquiais, ele simplesmente nunca percebeu o que estava fazendo.
– (pág. 310)

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Como economizar uns bons vinténs no próximo 1 ano?

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Como?

 Revendo suas contas.

A partir de uma taxa abusiva cobrada pelo meu banco (o “abusiva” é por minha conta, mas vocês concordariam, vão por mim), resolvi ver se trocava o serviço, ou se renegociava a mensalidade.

Descobri que, pela forma como uso o cartão de crédito, débito em conta e movimentações regulares, eu não precisa pagar NENHUMA TAXA PRO BANCO. Era só eu requisitar isso na agência, eles tinham um plano “taxa zero”.

A partir daí, me empolguei e resolvi ligar pros caras da TV A CABO. Minha meta inicial era aumentar os canais. Uma meta singela, pra eu só me sentir melhor com o que estava pagando. Na negociação, uma vez que a conversa não estava evoluindo, o carinha sugeriu com toda a elegância: “diz que vai cancelar, que a gente faz um desconto”. Eu, consumidor naïf, meio constrangido, aceitei a sugestão. Resultado: mais canais de filmes com um bom desconto pelo período de 1 ano (“depois é só ligar e pedir o desconto de novo”).

Não contente, agora foi a vez da TELEFONIA CELULAR. Essa foi peleia braba. Mas acabei encontrando um ponto pra barganhar: descobri que precisava de menos minutos pra falar, e um pacote de dados maior — a partir da estatística de uso que eles próprios me passaram. Depois disso, foi só entrar no modo “cancelar” e fazer a proposta. Mensalidade menor, menos minutos pra falar e muito mais MBs pra navegar. Aceita!

No fim dessa brincadeira, eu DIMINUI MEUS GASTOS (contas fixas!) no próximo ano em nada menos que R$ 1.500,00, sem cortar nenhum serviço, e inclusive incrementando alguns deles.

E daqui a um ano — ou 6 meses — eu volto. Essa é a lição que aprendi.

(Foto: Thiago Souza)
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Dois cursos sobre User Experience #UX no RS, agosto/2014

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Inscrições abertas para os dois cursos desse que vos fala (@thiagoesser):

// Minicurso de User Experience (UX) Design em Caxias do Sul. Subindo a serra gaúcha nos dias 02 e 03 agosto/2014  dias 30 e 31 agosto/2014 (data alterada). bit.ly/minux-caxias

// User Experience Design em Porto Alegre. Será um curso de extensão na PUCRS dias 05, 07 e 12 agosto/2014. bit.ly/ux-pucrs

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Outros lugares onde você fica sabendo mais:

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4 livros sobre Design, Filosofia e Psicologia que você NÃO tem que ler (mesmo assim, eu recomendo)

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Vale lembrar que você não tem que ler nenhum desses livros de que vou falar. Digo isso porque, se disser o contrário, você pode se ofender ou se chatear, assim como a gente se chateia em um momento da vida (colégio, vestibular, vida profissional…) com as leituras obrigatórias.

Não, você não tem que ler.

Uma coisa é certa: os livros a seguir mudaram minha vida. Também não quero que tome isso de forma cerimoniosa. Eles mudaram minha vida, e isso não é um fato banal, mas qual livro não muda, se lido integralmente? Isto é, algum livro é capaz de tirar algo de nós, ao invés de acrescentar? Na pior das hipóteses, um empate, que não é um mal resultado.

1. Gestão Estratégica do Design: Como um ótimo design fará as pessoas amarem sua empresa

O título contém uma promessa e o livro é recheado de cases de sucesso famosos. Se você lê nas entrelinhas, já sabe o que isso quer dizer: Apple. Mas o livro não fica na puxação de saco. Ele destrincha o que é que essa e outras empresas fizeram pra serem lembradas: cuidar do relacionamento com seus clientes/usuários de forma ampla, prestando atenção aos múltiplos pontos de contato entre o seu serviço e eles. É a tal da experiência, explicada de uma forma bem plausível.

2. Uma breve história da Filosofia

Já pensou que a Filosofia pode ser uma forma de auto-ajuda? Só que diferente da auto-ajuda dos livros que você encontra numa das seções da livraria. Ela é ajuda porque nos dá subsídio pra responder ou formular melhor as questões que passam a todo mundo, de alguma forma: “qual o sentido da vida?”, “isso é sonho ou é real?”, “somos livres ou controlados por uma força maior?”etc. E é auto por que, mesmo com ajuda, no fim das contas é conosco, temos que pensar por conta própria.

 3. Comunicação não-violenta

Esse é daqueles livros pra você digerir — e aplicar os conhecimentos que ele traz — ao longo de uma vida inteira. Isso porque ele vai fundo na questão da empatia,  que é um conceito fácil de entender mas dificílimo de praticar (alguém me mostre o contrário, por favor). O livro traz algumas constatações simplesmente radicais: ninguém muda ou ensina nada a ninguém; com culpa ou a contragosto, aquilo que fizermos volta ali adiante em forma de violência (verbal ou física); por trás de xingamentos e de interpretações da conduta alheia, está alguma necessidade emocional nossa não atendida. A comunicação não-violenta propõe uma forma de lidar com isso tudo.

4. Change by Design

Se você é ligado ao Design ou ouve seguido a palavra inovação no seu trabalho, já deve ter ouvido falar em Design Thinking. Talvez esteja de saco cheio de ouvir essas duas palavras juntas, ou ache o máximo (só para ilustrar, veja o que alguns pensam). O livro é dedicado inteiramente a esse conceito, e vale a pena dedicar esse tempo a entendê-lo, nem que seja pra dizer: “mas eu sempre fiz isso”/”já faço há tempo!”.

[Foto do cabeçalho do post: hutterhacks]

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Encontro: “UXD: alguém está fazendo isso por você” no UX Book Club POA

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Nessa quinta-feira (08/05/14), vamos nos reunir pra falar sobre o livro Design para a Experiência do Usuário: alguém está fazendo isso por você, que  lancei recente/gratuitamente, como já tinha dito aqui no blog.

O evento acontece dentro da comunidade UX Book Club, na sua versão local de Porto Alegre.

O UX Book Club é uma comunidade que existe em diversas cidades do mundo, formada por pessoas apaixonadas por design de interação, design de interface, arquitetura da informação, usabilidade, interação humano-computador, design visual ou qualquer outra disciplina relacionada a User Experience Design.

Serviço

O que? Encontro do UX Book Club Porto Alegre
Quando? 8 de maio de 2014
Onde? Olivos 657. Rua da Republica 657, Porto Alegre. (Ver evento no Facebook. Talvez para enxergar o evento, você precise antes entrar no grupo do UX Book Club Porto Alegre/RS)
Onde posso baixar o livro? Aqui: uxnivers.com/livro